Miguel Gontijo falava sobre sobre sua exposição, em 2008, "Círculo Vicioso (2008):
"O que represento são profanações, pois não há nada que se torne público sem ter sido profanado. (...) Nada mais tem critério de verdade ou de objetividade, mas uma escala de verossimilhança.".
"(...) Comungo com a teoria de que a vida é cíclica. Estamos presos à lei do eterno retorno. O que é sagrada hoje deixa de ser amanhã e vice-versa. A cultura não é estanque e a beleza da arte é esse questionamento de valores, a proposta de novos caminhos e desvios. Arte é antes de tudo audácia, coragem para chutar o balde, profanar o status quo vigente. É a falta de regras, é transposição, é transgressão de limites"
Fragmento da entrevista concedida ao Suplemento Literário - Julho/Agosto de 2017

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