Estamos vivendo, possivelmente, a era mais paradoxal da história da humanidade: enquanto avançam de um lado a velocidade tecnológica e o acesso à informação, amplia-se de outro a cantilena que mais se ouve ultimamente: "isso ou aquilo não está funcionando". Empresas que se apresentavam como verdadeiros baluartes da solidez capitalista implodem perante nossos olhos num efeito de hipnotizante dominó. Crenças, conceitos, ideologias, relacionamentos, instituições, métodos, ferramentas, CEOs, CFOs, COOs e Chairmen of Boards são, de repente, trocados e descartados como copinhos de plástico sob a alegação de que não funcionam. Na ânsia psicótica de acertar a qualquer preço, indivíduos, corporações e sistemas inteiros afundam como bambis capturados em areias movediças. (Cristina Carvalho Pinto - sócia-presidente do Grupo Full Jazz de Comunicação)
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3 comentários:
Na expectativa de acertar para si, não é? Pois o mal que vivemos atualmente é a falta de amor ao proxímo. As coisas tem maior valor. Você é o dinheiro que você tem que se evidência apartir das posses. Então quando se pensa em inventar algo, ou qualquer coisa gira dinheiro na mente de quem se propõe a fazer, muitas vezes.
Acredito que em outro tempo pode ser que a finalidade era o bem estar quando se inventava algo. As famílias temiam a Deus, as pessoas eram mais simples, as pessoas se relacionavam mais entre se, em casa e com a vizinhança... Isto não faz muito tempo.
É interessante, é a visão de lucrar a custa alheia. Não importa o que o indivíduo lutou para conquistar o bem. O que acontece é fazer o homem acreditar que ele não é nada se não estiver na moda das vestes, do celular, do carro... Veja bem até ... deixa pra lá. Essa eu não vou falar, rs, rs... rs.
O que passa é a falta de amor e temor a Deus. Esta "esperteza" fica caro para quem assim atua, pois a felicidade, a paz, a alegria só se consegue seguindo os princípios de Deus.
É preciso "amar o próximo como a si mesmo". A quebra deste princípio gera a auto destruição. O dinheiro é um bem necessário, mas vital é estar bem consigo mesmo. Somente atentando para o caminho de Deus que o homem poderá ser livre do seu egoísmo e viver a plenitude que o Senhor dá de graça. Não se paga nada para apreciar as coisas lindas que Deus criou - um detalhe todos, "bons" e "maus" desfruta. Mas a paz com Deus só se alcança através do voltar-se para Ele. Com certeza, a esta corrida desenfreada pelo tudo para si vai acabar! Rs,
Tudo parece estar em uma areia movediça, se a motivação for buscar lucra a qualquer preço. Pois neste caminho o homem não se sacia. O que sacia o homem é a felicidade de estar contente. O olhar o próximo alguém que precisa ser amado, respeitado é também uma forma de se realizar. Quando você ajuda um necessitado vem uma alegria. Você fez algo sem visar a si mesmo, também, provoca prazer e satisfação.
Na realidade é um princípio divino. Toda boa dádiva vem de Deus
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