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domingo, 23 de janeiro de 2011

Fronteiras do Pensamento
O "Fim da história" segundo Edgar Morin: Uma breve apreciação histórica dos ultimos 40 anos da civilização ocidental (1968 a 2008). Morin defende a idéia da manifestação de variantes econômicas, sociológicas e culturais por meio das possibilidades criativas latentes no gênero humano, que podem levar a civilização a uma transcendência histórica ou à destruição em larga escala.
Edgar Morin é um dos maiores pensadores dialéticos da atualidade, tendo escrito obras diversas, principalmente no campo da Teoria da Complexidade e Sistemas Complexos. Sua obra de maior fôlego é a coleção O Método, onde ele espôe com profundidade os novos paradigmas da Complexidade do Real e desenvolve seu método de investigação científica. A mecânica quântica trouxe novas descobertas do 'funcionamento' dos fenômenos subatômicos, gerando, a partir daí, a formulação de um método inovador de pensamento. Hoje em dia, de forma séria ou não, as novas metodologias de abordagem do Real baseadas na Complexidade são aplicadas na sociológica, psicologia, medicina, engenharia, administração e até em livros de Auto-ajuda.

Um comentário:

Anônimo disse...

Nossa este pensador arrebetou na sua exposição,fá!

Edgar Morim defende a idéia de que estamos vivendo o término da história de uma humanidade para dar lugar a outra humanidade.

Ele coloca a questão da fronteira do pensamento destrutivo e criativo, a probalidade e a improbalidade. Daí ele mostra que se trabalhar com a probalidade é um caminho destrutivo pois trabalha apenas com o que é possível. Agora a improbalidade já nada está mostrando que vai dar certo derrente o improvável acontece! Lindo!


Ele coloca que um outro pensador, o sr. Fucuyama, chega a conclusão que chegamos ao final da história, porque a sociedade encontrou a solução para seus problemas a democracia liberal e a economia liberal. Então ele pensa diferente. Acredita a sociedade caminha em direção á morte para dar lugar a uma nova sociedade.Então ele explica o seu pensamento colocando a questão da história da Pérsia e Atenas que o império persa havia massacrado Atenas, mas foram surpreendidos pela criatividade dos atenienses que fizeram uma armadilha para os da Persia surpreendendo-os com a derrota. Também a questão do corpo que ao ter alguma área degenerada agora descobriram uma forma de restitui-la através da célula tronco. Daí ele explica que o improvável move a sociedade que se une em busca de uma solução e acontece o improvável.

Muito interessante os argumentos dele, pois é preciso estar aberto para a possibilidade do improvável acontecer. Rs,rs